INSS Patronal: Como funciona essa contribuição previdenciária

INSS Patronal: Como funciona essa contribuição previdenciária

Você, com certeza, já conhece a contribuição feita ao INSS e que é descontada do seu salário todos os meses. Mas você sabia que as empresas também são obrigadas a pagar uma porcentagem para a Previdência Social? Isso é o INSS patronal. Ele, como o próprio nome sugere, é uma demanda do patrão, responsável por empregar pessoas na sua empresa. Veja a seguir mais detalhes sobre o INSS patronal e tire todas as suas dúvidas a respeito.

O que é o INSS patronal

O INSS patronal é uma forma de contribuição previdenciária voltada exclusivamente para pessoas jurídicas. Isto é, empresas que mantém funcionários em sua folha de pagamento, sejam eles fixos ou avulsos.

Essa contribuição é de cunho obrigatório, determinada pela Constituição Federal com o objetivo de financiar a Seguridade Social. Como sabemos, é por meio da Seguridade Social que ações são criadas na intenção de assegurar direitos do indivíduo em relação à assistência social e outros benefícios.

A colaboração para a Seguridade Social acontece de forma direta, através das contribuições mensais dos trabalhadores e das empresas; e também de maneira indireta, por meio de medidas orçamentárias de todos os estados federativos.

Por ser um imposto obrigatório, o não pagamento desse valor resulta em multa para as empresas. Assim, cabe ao Ministério do Trabalho e à Receita Federal fazer essa cobrança.

Como funciona o INSS patronal para diferentes regimes tributários

O INSS patronal é obrigatório para todas as empresas. Contudo, as características são diferentes de acordo com o regime tributário escolhido por cada organização. Esses regimes são o Simples Nacional, o Lucro Real e o Lucro Presumido. Veja como o INSS patronal funciona em cada tipo de regime:

Empresas com regime Simples Nacional

Empresas que se encaixam no Simples Nacional fazem o pagamento do INSS patronal utilizando o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). A alíquota de pagamento é de 20% em cima da folha de pagamento dos funcionários.

Caso haja retirada de pró-labore, ou seja, caso o dono da empresa retire do faturamento o seu salário mensal, o percentual de pagamento aumenta para 31%.

Não entram na base de cálculo: salário-família, indenizações e demais restituições ao trabalhador. O cálculo é feito, de fato, em cima dos salários pagos aos colaboradores.

Empresas com regime Lucro Presumido e Lucro Real

Empresas adeptas dos regimes tributários Lucro Presumido e Lucro Real também pagam a porcentagem de 20%, contudo são acrescidos os valores do RAT (Risco de Acidente do Trabalho) e do FAP (Fator Acidentário de Prevenção). A fórmula fica assim:

INSS patronal = 20% da folha de pagamento + (RAT x FAP)

Ou seja, 20% dos salários pagos, somados com o resultado do RAT multiplicado pelo FAP é o valor do INSS patronal.

Algumas empresas têm a opção de escolher o pagamento do INSS patronal em cima da receita bruta da organização ou em cima da folha de pagamento, dando preferência para o que for mais vantajoso para o negócio.

É o que acontece, por exemplo, com as empresas da construção civil, empresas de rádio e fusão e transporte coletivo ferroviário, metroviário e rodoviário de passageiros. Nesses casos, as alíquotas são fixadas em 4,5%, 1,5% e 2% ,respectivamente.

RAT e FAP: como influenciam no INSS patronal

O RAT (Risco de Acidente de Trabalho) e o FAP (Fator Acidentário de Prevenção), que entram no cálculo do pagamento do INSS patronal, são contribuições obrigatórias realizadas pela empresa para garantir a assistência necessária aos trabalhadores que sofrerem com alguma doença ocupacional ou com algum acidente de trabalho.

O valor da alíquota do RAT é determinado de acordo com o tamanho do risco que o funcionário sofre ao executar suas funções dentro da empresa. Assim, a alíquota varia de 1% a 3%, que indica risco leve, médio e grave.

Já o FAP apresenta valores com base na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), mas as variações também acontecem de acordo com a quantidade de acidentes ocorridos dentro da empresa. Quanto mais acidentes, maior a alíquota de pagamento que pode chegar a 100%. Da mesma forma, quanto menos acidentes, menor é a alíquota.

A empresa que não apresentar nenhum acidente ganha uma redução de até 50% no valor a ser pago do RAT.

Como é pago

O INSS patronal é pago através da GPS (Guia da Previdência Social). Normalmente, é o Departamento Pessoal da empresa que faz o envio do documento e a emissão do boleto pode ser realizada diretamente no site da Receita Federal.

O pagamento da guia deve ser feito até o dia 20 de cada mês e, se cair em um dia não útil, a data de vencimento é antecipada para o dia útil anterior.

Base de cálculo

Como vimos, a base de cálculo do INSS patronal é, via de regra, a folha de pagamento de todos os funcionários da empresa, incluindo não só os trabalhadores fixos, mas também os avulsos, com alíquota de 20%. É o caso, por exemplo, das empresas optantes pelo Simples Nacional.

Empresas pertencentes aos outros regimes pagam, além dos 20%, as taxas referentes ao RAT e ao FAP. Por fim, algumas empresas têm a opção de pagar o INSS patronal em cima da receita bruta da empresa. Nesse caso, devem seguir as taxas fixas de porcentagem estabelecidas.

Como é feita a CPP

A CPP é a Contribuição Previdenciária Patronal, um tributo que deve ser pago pelas empresas pertencentes ao Simples Nacional para a Previdência Social. O cálculo é feito aplicando a alíquota de 20% sobre a folha de pagamento de todos os funcionários da empresa, mesmo os avulsos, desde que tenham prestado algum serviço à empresa.

A CPP também incide sobre o pró-labore do diretor da empresa, se houver.

Considerações finais

O INSS patronal é um tributo pago por toda empresa para o financiamento da Previdência Social, responsável pela garantia de direitos a trabalhadores como aposentadoria e auxílios previdenciários. O imposto é obrigatório e o não pagamento gera multas para a empresa. O valor a ser pago é estabelecido, em regra, de acordo com o salário de todos os funcionários, incluindo os trabalhadores avulsos e o próprio gestor da empresa. Empresas adeptas de regimes tributários diferentes devem seguir as regras específicas para cada caso.

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O que todo gestor deve saber?

O que todo gestor deve saber?

Gerenciar uma empresa de qualquer porte envolve uma grande responsabilidade. O gestor, além de administrar o negócio para que seja produtivo e lucrativo, ainda precisa liderar a sua equipe para que trabalhe unida, motivada e atinja as metas.

Por isso, se você quiser ser bem-sucedido nessa importante função, é necessário estar preparado. Existem algumas coisas que todo gestor precisa saber para não ser pego de surpresa e poder desenvolver o seu trabalho com excelência. Sabe quais são elas? Veja a seguir!

Pessoas são diferentes

Não adianta querer impor o mesmo padrão de trabalho e dar os mesmos incentivos a todos os colaboradores. Sem dúvida deve existir processos estabelecidos na empresa, mas o gestor precisa ter sensibilidade para conhecer cada pessoa na equipe, saber o que ela almeja profissionalmente, o que a preocupa, o que a motiva e quais os trabalhos que mais e menos gosta de fazer. Assim, você será capaz de direcionar as tarefas mais acertadamente e motivar a sua equipe para que goste do trabalho e atinja os resultados esperados.

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Delegar tarefas aumenta a produtividade

A tendência de muitos gestores é centralizar as tarefas por não querer perder tempo explicando o processo a um colaborador ou, ainda, por temer que o trabalho seja mal feito. No entanto, se você investir um pouco de tempo para ensinar os seus colaboradores a fazer as tarefas como devem ser, você economiza muito mais tempo no final das contas. Assim, a sua equipe se ocupa da parte operacional enquanto você pode se dedicar a atividades mais estratégicas e de tomadas de decisão. Portanto, conhecer a sua equipe, delegar tarefas às pessoas certas e despender algum tempo instruindo-as é essencial para você ganhar em produtividade.

Liderar é mais importante que exigir

Quando o gestor apenas exige e cobra resultados, a tendência é que a equipe fique desestimulada e insatisfeita. Consequentemente, você terá mais rotatividade no setor e prejuízo na produção. Por isso, a palavra certa é liderar. Você precisa explicar os objetivos e metas da organização, mostrando a importância de cada processo, de forma que os funcionários compreendam a sua parte no todo e sejam conduzidos a fazer um bom trabalho. Procure ser sempre amigável e, mesmo que você precise tomar decisões firmes, explique-as aos colaboradores para que possam entender e aceitar o que for decidido. Agindo assim, você conseguirá uma equipe unida e dedicada mais facilmente.

Contar com assessoria jurídica garante segurança

No que se refere à gestão da empresa em si, é importante saber o quanto uma assessoria jurídica faz diferença no seu negócio. Um bom advogado o auxiliará em toda burocracia para que você não corra riscos de infringir alguma lei ou regulamentação por desconhecimento. Do mesmo modo, ele analisará os contratos para proteger a sua empresa no relacionamento com funcionários e fornecedores. Um erro em âmbito legal pode acarretar multas enormes a sua empresa ou até o seu encerramento.

Um bom sistema de gerenciamento permite melhores tomadas de decisão

Se você tiver um sistema de gestão completo e eficiente desde a abertura da sua empresa, você terá dados confiáveis para direcionar o seu negócio para o sucesso. Invista em um software que possibilite controle financeiro completo, controle de produtos e gestão de tarefas. Por meio dos dados atualizados nessas áreas, você consegue, por exemplo, definir onde investir mais recursos empresariais, diminuindo o prejuízo. Da mesma forma, se ao acompanhar a execução das tarefas você perceber que algum processo está parado ou corre o risco de atrasar, é possível tomar atitudes para resolver o problema e não afetar a produtividade da organização.

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Problemas surgem

Mesmo que você seja um excelente gestor, problemas surgirão eventualmente, seja por algum conflito entre colaboradores ou por uma campanha de marketing que não teve o retorno esperado. No entanto, é justamente para isso que você está ali, afinal, se tudo desse sempre certo, a empresa não precisaria de gestores. Portanto, você deve saber que problemas aparecerão e precisa estar preparado para solucioná-los racionalmente. O trabalho do gestor envolve períodos de maior pressão e, nessas horas, você precisa ter equilíbrio emocional para analisar a situação com calma e tomar decisões competentes para solucionar o problema.

Conhecimento nunca é demais

Ainda que haja profissionais encarregados de cada área na sua empresa, você é responsável pelo bom andamento da organização e, por isso, ter noções gerais de todas as áreas é bem importante. Busque conhecimentos continuamente em finanças, legislação e, claro, sobre a sua empresa e todos os processos internos. Assim, você consegue supervisionar os setores, detectar problemas com antecedência e, ainda, planejar melhor as próximas ações da empresa com base no conhecimento da atividade e do mercado.

O que você acha essencial que todo gestor saiba para ser bem-sucedido? Compartilhe a sua opinião com a gente!

Quer empreender? Confira essas 6 dicas para começar

Quer empreender? Confira essas 6 dicas para começar

Deixar de ser empregado e conseguir um dia abrir e administrar o seu próprio negócio formam um conjunto de ideias que povoam a cabeça de muitos brasileiros. Mas não basta ficar alimentando esse sonho e de repente se aventurar no mundo do empreendedorismo. É muito importante ter paixão pela atividade que deseja empreender, calcular bem os riscos pelos quais poderá passar e saber a fundo como iniciar o seu negócio, para evitar problemas no futuro e ver a sua empresa naufragar em um mercado muito concorrido. Portanto, confira algumas dicas para começar o seu negócio próprio.

Verifique o seu potencial como empreendedor

Muitos podem ter uma boa ideia de negócio, mas nem todos têm perfil para empreender. Uma pessoa assim, para conseguir êxito na atividade que estiver desenvolvendo, precisa ter autoconfiança, comprometimento e persistência com o que faz, além de saber delegar tarefas, ter metas claras e acessíveis, entender como planejar e monitorar o seu negócio.

Veja se a sua ideia é sustentável

É extremamente importante entender como a sua ideia de negócio pode ser viável. Os produtos ou serviços que pretende oferecer para o seu público precisam gerar receitas, afinal a empresa precisa de dinheiro para se sustentar. Faça um plano de negócios, pesquise, converse com pessoas do ramo nas quais deposita confiança, a fim de avaliar situações e cenários possíveis.

Busque conhecimento

Não se iluda sobre o fato de que saber apenas o básico sobre a atividade que estiver propondo basta para tocar o seu negócio. Conhecimento nunca é demais, e quanto mais informações, números e notícias atuais que souber acerca do seu segmento e do mercado, mais segurança você terá nas decisões críticas e nas deliberações de rotina de sua atividade.

Mesmo antes de abrir o seu negócio, oriente-se a fundo com livros, palestras, cursos, workshops, e converse com gestores e operadores especializados no ramo. O empreendedor de sucesso deve ter uma visão ampla sobre todo o negócio que comanda, a fim de saber a relevância e como funciona cada setor, para contratar os melhores colaboradores para operá-las.

Analise os riscos

Você pesquisou, e chegou à conclusão de que a sua ideia é viável, e já tem o capital necessário para tocar o negócio. Mas não se deixe levar pelo grande entusiasmo sem analisar os riscos que podem estar agregados à atividade. Antevê-los com bastante rigor será significativamente importante para a tomada de decisões futuras e planejar como vai usar o seu capital.

Aposte em equipes multidisciplinares

Pessoas que tenham formações diferentes trazem habilidades e visões diferentes para dentro do seu empreendimento e, por isso, se forem bem administradas por quem chefia o negócio, podem incrementar o seu projeto inicial. Além disso, o convívio e a cultura organizacional podem ser extremamente ricos.

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Crie planos de metas e estratégias empreendedoras

Identifique as oportunidades do mercado e trace metas e estratégias realistas e alcançáveis, com prazos e procedimentos bem recortados, para que você possa monitorar as ocupações, cobrar das pessoas responsáveis por determinadas áreas e tarefas, e fazer ajustes quando for necessário.

O caminho para empreender não é simples, nem idêntico para todo mundo. Mas se você se preparar bem, estiver disposto a enfrentar todas as dificuldades e não baixar a cabeça diante de alguns eventuais tropeços, o resultado poderá ser muito compensador. Já pensou em pôr a sua ideia para frente e começar a empreender o quanto antes? Compartilhe com a gente!

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Entenda os direitos e deveres dos seus funcionários

Entenda os direitos e deveres dos seus funcionários

As reclamações trabalhistas são alguns dos processos mais comuns nos tribunais. E, isso acontece, porque os trabalhadores, maiores interessados em saber sobre os seus direitos, de modo geral constatam desacertos nos seus contratos de trabalho, equívocos nas modalidades de sua demissão ou pagamento de tributos previdenciários, entre outros vícios.

Para evitar dor de cabeça no futuro, portanto, é muito importante para o empregador entender bem onde terminam os direitos dos seus funcionários e onde começam os seus respectivos deveres. Que tal observar alguns direitos e deveres que as leis trabalhistas conferem aos empregados? Confira a seguir:

Direitos dos funcionários

Entre as principais falhas dos empregadores está a desatenção com a carteira de trabalho do funcionário. Ele tem direito à CTPS assinada desde o primeiro dia, além de fazer exames médicas para admissão e demissão. É possível fazer um contrato de experiência, por prazo máximo de 90 dias (o qual poderá ser dividido em duas etapas de até 45 dias), o qual deve ser rescindido no dia exato do seu término, caso o empregador não queira contratar a pessoa em avaliação.

Caso ultrapasse o prazo, mesmo em um dia, o contrato passa a vigorar por prazo indeterminado, aumentando os valores a serem pagos ao funcionário (incluindo-se o aviso prévio, por exemplo). A jornada de trabalho normal deve ser de até oito horas diárias e 44 horas semanais.

Entre os direitos do trabalhador, podem ser citados:

  • salário pago até o 5º dia útil do mês;
  • férias anuais de 30 dias, com acréscimo de 1/3 do salário, em período fixado pelo empregador;
  • o repouso semanal remunerado (equivalente a pelo menos uma folga por semana);
  • primeira parcela do 13º salário paga até o dia 30 de novembro, e a segunda parcela, até 20 de dezembro;
  • horas extras recompensadas com acréscimo de 50% do valor da hora normal e adicional noturno de 20% para quem trabalha entre as 22 horas e 5 horas do dia seguinte.

Salário e folga

O empregador deve depositar 8% do salário em conta bancária a favor do empregado, como benefício de FGTS, e lhe conceder aviso prévio proporcional de 30 a 90 dias, conforme o tempo de trabalho na empresa (segundo as novas regras da Lei nº 12.506/11), e emitir as guias de seguro desemprego.

Para ir ao local de trabalho e retornar depois do expediente, o trabalhador tem direito a vale-transporte com desconto máximo de 6% do seu salário. As mulheres têm direito a licença maternidade de 120 dias, com garantia de emprego até 5 meses depois do parto, e os homens têm direito a licença paternidade de 5 dias corridos.

Existe garantia de 12 meses para manter-se o vínculo empregatício, nos casos de acidente, e o empregado poderá faltar ao trabalho por alguns dias nos seguintes casos:

  • 3 dias, quando casar;
  • 1 dia (por ano), quando for doar sangue;
  • 2 dias, quando for fazer o alistamento eleitoral ou por morte de parente próximo;
  • 1 dia, quando for prestar testemunho na Justiça do Trabalho ou por conta de doença comprovada por atestado médico.

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Deveres dos funcionários

Além dos diversos direitos acima, existem outros em momentos específicos, como quando da demissão sem justa causa, demissão com justa causa ou rescisão do contrato por parte do empregado, por exemplo. Tudo varia de acordo com o caso. No entanto, o empregado guarda deveres de forma ampla com a empresa e o empregador, constituindo o descumprimento motivo suficiente para a demissão por justa causa.

Entre esses deveres, podem ser mencionados:

  • agir com probidade;
  • ter bom comportamento e conduta moral no ambiente de trabalho;
  • ser diligente em relação ao seu emprego;
  • guardar segredo profissional;
  • não se apresentar embriagado no trabalho ou praticar ato de indisciplina;
  • não cometer ato lesivo à honra e boa fama do empregador ou terceiros, confundindo-se com a injúria, calúnia e difamação, nem ofensas físicas.

Além disso, o funcionário deve cumprir as obrigações estabelecidas no contrato e indicadas pelo superior hierárquico, desde que não contenham rigor excessivo ou sejam superiores as suas forças.

Agora que você já conhece os principais direitos e deveres dos seus funcionários, permaneça atento às determinações legais que você, como empregador, tem que cumprir e fique mais seguro quando precisar tomar providências como uma demissão sem ou com justa causa.

Por acaso você já teve problemas com relação ao cômputo de direitos e deveres de funcionários? Compartilhe conosco a sua experiência.

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Fidelizar seus clientes: Confira 6 dicas essenciais

Fidelizar seus clientes: Confira 6 dicas essenciais

Somente os empreendedores sabem o quanto pode ser difícil conquistar novos consumidores. Mas ainda mais difícil que aumentar a carteira de clientes é conseguir fazer com que eles queiram comprar novamente para criar-se um ciclo virtuoso de novas oportunidades de negócio e de recomendações.

Para alcançar a tão sonhada fidelização, no entanto, a sua empresa pode começar agora mesmo a dar pequenos passos que, por si só, são capazes de gerar resultados surpreendentes. Confira 6 dicas para fidelizar clientes:

Converse

Uma das melhores formas de estreitar o relacionamento e identificar problemas, antes deles ocorrerem, é se comunicar com os clientes. Essa interação pode ser:

  • Ativa, com o uso de newsletters, jornais e mensagens para a divulgação de notícias e informações importantes;
  • Ou passiva, abrindo canais de comunicação para que os clientes façam sugestões ou reclamações quando quiserem.

No entanto, não use os canais de comunicação da empresa somente para fazer publicidade de produtos e serviços. Transmita informações úteis sobre a empresa e o mercado. Isso para que os clientes se sintam em uma verdadeira parceria e não somente em uma relação comercial.

Seja humano

Muitos empresários gostam de se esconder atrás de e-mails corporativos e centrais de atendimento burocráticas. No entanto, a incapacidade de falar com pessoas verdadeiras, que estão dispostas a ouvir os problemas do cliente e ajudar na sua resolução, é um dos maiores obstáculos na busca pela fidelização.

Atenda os seus consumidores de forma pessoal. Dessa forma as pessoas sentem uma conexão maior quando e acabam conhecendo os nomes umas das outras. Assim, garantindo o terreno adequado para o surgimento de relacionamentos de confiança mais duradouros.

Seja pessoal

Essa dica também vale no sentido contrário. Em todas as suas ações e comunicados, procure chamar o cliente por seu nome. Isso faz com que ele se sinta valorizado pelo que é. Não sendo apenas mais um número para a sua empresa.

Surpreenda

Essa dica pode parecer dispensável para muitos empresários, mas as chances de fidelização são muito maiores quando o cliente está esperando a entrega de um produto ou serviço e você satisfaz não somente essa expectativa básica, mas ainda oferece algo a mais.

Mesmo que isso represente um custo adicional em alguns momentos, os ganhos certamente virão em novas oportunidades de negócio com os clientes que foram encantados.

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Olhe para dentro

Se você quer clientes satisfeitos e fiéis, um importante passo é garantir que seus funcionários também se sintam dessa forma. Portanto, seja íntegro em todas as relações com a equipe e capriche nas iniciativas de gestão de pessoas. Buscando garantir um bom ambiente de trabalho.

Além disso, invista em treinamentos sobre atendimento ao cliente. Isso para que os colaboradores possam realizar as suas atividades com a mesma mentalidade que os proprietários do negócio.

Seja flexível

Grande parte da demanda das pequenas e médias empresas vem de clientes que querem soluções mais personalizadas para os seus problemas. Por isso, use essa tendência a seu favor. E lembre-se de que cada consumidor possui preferências e características individuais. Assim desenvolva soluções únicas para cada um deles.

Ao invés de se concentrar somente em novas oportunidades de negócio ou no fechamento de contratos mais vantajosos, sua empresa também deve investir no relacionamento com os seus parceiros atuais. Pois os retornos dessa relações podem ser incríveis.

E você? Quer ter acesso a outras dicas que podem tornar o seu negócio mais rentável? Então fique por dentro do blog do Egestor para conferir as nossas últimas publicações.

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Delegar tarefas à colaboradores: Confira 5 dicas sobre o assunto

Delegar tarefas à colaboradores: Confira 5 dicas sobre o assunto

Delegar tarefas adequadamente é fundamental para qualquer gestão de sucesso. Por meio dessa atividade, você melhora a gestão do seu tempo e pode se dedicar principalmente a processos gerenciais, envolvendo tomadas de decisão. Além disso, quando a equipe ganha mais obrigações, ela cresce em conhecimento e normalmente se torna mais engajada no seu trabalho. Por esse motivo, todo gestor precisa saber delegar tarefas. Para lhe ajudar nesse processo, confira 5 dicas essenciais!

Saiba delegar à pessoa certa

Ter profundo conhecimento da sua equipe é o primeiro passo para delegar tarefas com sucesso. Conheça cada funcionário, os seus pontos fortes e fracos, as suas experiências e até as suas preferências de trabalho. Assim, você saberá para quem delegar quais tipos de tarefa a fim de obter o melhor resultado. Distribua as atividades levando em conta a qualificação das pessoas, a sua motivação para determinado tipo de tarefa e a carga de trabalho que ela já possui.

Explique a tarefa de maneira clara e confirme se tudo foi entendido

Você precisa conhecer bem o trabalho a ser realizado para explicá-lo com o máximo de clareza ao colaborador. É importante que o funcionário saiba não só como proceder, mas o porquê de ele estar fazendo tal tarefa, bem como o seu objetivo. Você pode indicar como gostaria que a tarefa fosse feita, mas foque nos resultados e em suas expectativas, esclarecendo todas as dúvidas do funcionário. Depois, peça que ele lhe explique o que deve ser feito, para ter certeza de que tudo foi entendido corretamente. Para evitar mal-entendidos, uma boa prática é enviar e-mails formalizando a tarefa e os prazos.

Forneça os recursos necessários e coloque-se à disposição

Veja o que os colaboradores precisarão para desempenharem bem as tarefas delegadas e forneça todos os recursos necessários, seja equipamentos, recursos humanos ou financeiros. Também coloque-se à disposição para que, se surgir uma necessidade durante o desenvolvimento do trabalho, você possa ser comunicado o quanto antes para que a tarefa não seja prejudicada e você não corra o risco de perder os prazos. Lembre-se que a responsabilidade da tarefa ser bem executada, e no tempo certo, ainda é sua.

Acompanhe o andamento, mas dê liberdade à equipe

Você precisa acompanhar o andamento da tarefa para não ser surpreendido ao final com algo que não foi realizado da maneira certa. Por outro lado, se você ficar constantemente perguntando ao colaborador como está indo e checando o seu trabalho, ele não se sentirá à vontade para desenvolver a tarefa e até pensar em formas de fazê-la melhor.

Portanto, não sufoque os colaboradores da sua empresa, mas combine de antemão a forma como o progresso do trabalho será verificado. Uma boa ideia é marcar reuniões em que o trabalho será analisado e ações serão tomadas conforme se fizer necessário. Você precisa cobrar o andamento de cada tarefa, mas criando um clima tranquilo na empresa para que as pessoas possam ter iniciativa e desenvolver todo o seu potencial na execução das atividades delegadas.

Dê feedback sempre

Ao final de cada tarefa que você delegou e foi executada, é possível identificar quais as práticas tiveram sucesso, o que precisa ser melhorado e também o que precisa ser corrigido no processo. Reconhecer esses aspectos e mostrá-los à equipe é essencial para que as pessoas evoluam e o trabalho possa ser aprimorado. Embora você precise despender tempo nessa etapa, pense que você está investindo em uma equipe mais qualificada, que consequentemente fará você economizar mais tempo no futuro.

Como você delega tarefas na sua empresa? Siga essas dicas e veja como esse processo pode ser simples e extremamente benéfico para a sua gestão!

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